O que o paciente procura
A busca começa pelo problema, não pelo nome da clínica: “onde tratar”, “quem atende”, “aceita convênio”, “como marcar”. O site precisa usar a linguagem do paciente e organizar a informação por especialidade. Uma home que fala apenas da história da clínica deixa a dúvida principal sem resposta.
Também pesam a localização, o horário, a estrutura e a clareza do primeiro contato. Em clínicas com vários profissionais, o corpo clínico com nome, especialidade e registro ajuda a escolher. Em clínicas de estética, a expectativa precisa ser tratada com cuidado: comunicação informativa, sem before/after sem autorização e sem promessa de resultado.
As cinco páginas essenciais
Home: especialidades principais, localização, convênios, equipe e chamada para agendamento. Especialidades: uma seção por área, com o que é tratado e quando procurar ajuda. Equipe: nome, formação, especialidade e registro profissional; foto só com autorização.
Estrutura e convênios: instalações, acessibilidade, estacionamento, exames disponíveis e lista de convênios confirmados. Contato e agendamento: endereço, mapa, horário, telefone, WhatsApp e formulário curto. A página de contato não deve pedir histórico médico no primeiro envio.
Uma clínica com várias unidades pode ter uma página por unidade, mas só quando houver conteúdo real e diferente. Repetir o mesmo texto com o nome da cidade trocado não ajuda o paciente e ainda cria conteúdo raso. Nesta entrega, a página é por serviço e segmento; cidade entra apenas quando houver operação e prova local.
Conformidade CFM, CFO e LGPD
A publicidade em saúde segue regras do conselho profissional. Não use “melhor da cidade”, promessa de cura, sensacionalismo, antes e depois sem autorização ou comparação de superioridade. O texto deve ser informativo, sóbrio e verificável. Em caso de dúvida, a revisão jurídica vale mais do que a pressa.
O corpo clínico deve trazer nome e registro profissional quando a especialidade exigir. A forma exata depende do conselho regional; confirme antes de publicar. Também não invente especialidade, título ou experiência.
Na LGPD, colete o mínimo: nome, e-mail, especialidade de interesse e uma descrição curta. Dados de saúde são sensíveis e não entram no primeiro formulário. A política de privacidade explica finalidade, base legal, retenção e contato do titular. A clínica precisa de um canal para pedidos de acesso e exclusão.
Convênios, estrutura e localização
Liste apenas convênios confirmados. “Aceitamos todos” é uma promessa difícil de sustentar e gera contato sem aderência. Se o convênio depende do plano ou da especialidade, explique a condição. Atualize a lista quando o contrato mudar.
Mostre a estrutura que importa para a decisão: acessibilidade, estacionamento, horário de funcionamento, exames no local e tempo médio de espera quando houver dado real. Fotos de ambiente ajudam, mas não substituem informação objetiva. Endereço e mapa precisam estar corretos e iguais ao Google Meu Negócio.
Agendamento sem atrito
O canal principal pode ser WhatsApp, telefone ou formulário. O importante é não esconder o caminho. Se o WhatsApp for o canal, deixe claro o horário de resposta e o que o paciente deve enviar. Se for formulário, confirme o recebimento e explique o próximo passo.
Um e-mail profissional no domínio da clínica organiza confirmações e orientações administrativas. Ele não substitui o prontuário nem deve ser usado para trocar dado sensível sem proteção. Veja o guia de e-mail profissional.
Prazo, preço e entrega
O site de até 5 páginas custa R$ 2.900, com domínio `.com.br` no seu documento, hospedagem, SSL, textos, formulário, analytics, SEO básico, LGPD e publicação. A landing page custa R$ 1.490. O escopo é fechado antes de começar; o que estiver fora aparece no orçamento. Veja o detalhamento do primeiro ano.
O prazo de 5 dias úteis começa quando briefing, textos, fotos e acessos chegam completos. A revisão de conteúdo clínico pode exigir mais tempo; nesse caso, o calendário é ajustado antes, não no meio. O processo está em criação de sites profissionais.